Dr. Pablo Melo

Instituto Melo · Tratamentos

Tratar a causa, não o sintoma.

Reposição e modulação hormonal bioidêntica, emagrecimento otimizado, soroterapia e protocolos para condições que costumam ficar sem diagnóstico. Escolha o tratamento para entender como funciona, para quem é indicado e como é a avaliação.

Tratamentos na clínica

Implantes Hormonais — Dr. Pablo Melo

Tratamento

Implantes Hormonais

Liberação contínua de hormônios ao longo do tempo, com um único procedimento.

Reposição Hormonal Masculina — Dr. Pablo Melo

Tratamento

Reposição Hormonal Masculina

O homem também passa por um declínio hormonal — e isso tem nome: andropausa.

Reposição Hormonal Feminina — Dr. Pablo Melo

Tratamento

Reposição Hormonal Feminina

O climatério começa até dez anos antes da menopausa. A queda do estrogênio afeta muito mais do que os ciclos.

Emagrecimento Otimizado — Dr. Pablo Melo

Tratamento

Emagrecimento Otimizado

É impossível emagrecer de verdade com a insulina alta. Emagrecer não é o mesmo que perder peso.

Soroterapia Nutricional — Dr. Pablo Melo

Tratamento

Soroterapia Nutricional

Vitaminas, minerais e antioxidantes direto na corrente sanguínea, no que o seu corpo precisa.

Sarcopenia — Dr. Pablo Melo

Tratamento

Sarcopenia

A perda de massa e força muscular reduz a capacidade de tarefas simples — e o diagnóstico precoce é decisivo.

Protocolo Pós-Bariátrica — Dr. Pablo Melo

Tratamento

Protocolo Pós-Bariátrica

A cirurgia bariátrica é apenas o começo de uma jornada complexa de emagrecimento.

Lipedema — Dr. Pablo Melo

Tratamento

Lipedema

Uma doença inflamatória e vascular que acomete milhares de mulheres — não é só celulite.

Implante de NADH — Dr. Pablo Melo

Tratamento

Implante de NADH

Uma molécula que já existe no corpo, em liberação contínua, para energia celular.

Harmonização Corporal — Dr. Pablo Melo

Tratamento

Harmonização Corporal

Estética que conversa com a saúde — não o contrário.

Endometriose, Adenomiose e Mioma — Dr. Pablo Melo

Tratamento

Endometriose, Adenomiose e Mioma

Doenças inflamatórias do útero tratadas pela causa — sem anticoncepcional, sem cirurgia como primeira opção.

Protocolo de Desinflamação — Dr. Pablo Melo

Tratamento

Protocolo de Desinflamação

Intestino, alimentação, nutrientes e soroterapia: a base que faz hormônio, emagrecimento e cabelo responderem.

Cada tratamento, explicado

O que é, como funciona e o que esperar — na linguagem do consultório, com o que é evidência e o que é experiência clínica do Dr. Pablo. Nada aqui é receita de bolo: indicação, composição, dose e sequência são definidas na consulta, para cada pessoa.

Dr. Pablo Melo

01 · Implantes hormonais

Hormônio estável, todos os dias, sem depender da sua memória.

O implante hormonal (tecnicamente, pellet) é um pequeno cilindro bioabsorvível, do tamanho de um grão de arroz, colocado sob a pele com anestesia local. Ele libera o hormônio de forma contínua por meses e se dissolve sozinho — não precisa ser retirado. É a base de quase todos os tratamentos hormonais do Instituto Melo, no homem e na mulher.

A diferença para as outras vias está na estabilidade. Comprimido passa pelo fígado, altera proteínas transportadoras e fatores de coagulação. Gel depende de ser passado todos os dias e raramente sustenta um nível que resolva os sintomas. Injetável sobe a um pico logo após a aplicação e despenca antes da próxima. O implante mantém o nível dentro de uma faixa estreita — o que, na experiência do Dr. Pablo, é o que permite manter estradiol e DHT proporcionais sem precisar de bloqueadores e com muito menos efeito colateral.

Como funciona

  • Avaliação clínica + exames de sangue e de imagem antes de qualquer implante.
  • Procedimento de minutos no consultório, com cânula própria e anestesia local; volta à rotina no mesmo dia.
  • Composição individual: estradiol, testosterona, gestrinona, progesterona, NADH, metformina, entre outros, conforme o caso.
  • Troca a cada 5–6 meses, sempre antes de o efeito acabar.

O que esperar

  • Primeiras mudanças em 2–4 semanas; referência de 30 dias; primeiro retorno após 45 dias.
  • O segundo implante costuma render melhor: a dose é ajustada pelo que o seu corpo mostrou no primeiro.
  • Exames de controle a cada 6 meses; FSH caindo e sintomas resolvendo são a medida de que está funcionando.
SegurançaCâncer ativo contraindica. Sem exames de imagem, o implante não é colocado. Mulher com útero recebe proteção do endométrio (progesterona e, quando indicado, gestrinona). O implante não é contraceptivo. O uso de gestrinona, oxandrolona e testosterona em mulheres é fora de bula no Brasil e exige indicação clínica, consentimento e acompanhamento.
Dr. Pablo Melo

02 · Reposição hormonal masculina

Não é sobre músculo. É sobre energia, foco e coragem.

O homem também passa por declínio hormonal. Ele chega ao consultório por volta dos 40–50 anos com cansaço no fim da tarde, libido caindo, memória e foco piores, humor para baixo, barriga que não sai mesmo treinando — e, muitas vezes, medo de decidir: o empresário que sempre arriscou passa a engavetar projetos. Testosterona baixa não é só desempenho: ela se associa a diabetes tipo 2, síndrome metabólica, inflamação e maior tendência à coagulação.

A avaliação vai muito além da testosterona total. O que define como o homem se sente é a proporção entre testosterona, estradiol e DHT. Estradiol baixo demais dá impotência, zumbido e perda óssea; alto demais, ginecomastia e perda de massa óssea. DHT acima da testosterona derruba cabelo e estimula a próstata. Por isso, o Dr. Pablo não usa gel em homem e prefere o implante ao injetável: no implante, na prática dele, os derivados ficam proporcionais sem bloqueadores, o hematócrito sobe pouco e o PSA tende a cair aos poucos.

Como funciona

  • Questionário de sintomas e exames antes da consulta: testosterona total e livre, SHBG, estradiol, DHT, LH/FSH, prolactina, hemograma, PSA, metabolismo, tireoide, nutrientes e imagem.
  • Implante de testosterona com dose individual; NADH e outros componentes entram conforme o caso.
  • Tratamento das outras vias ao mesmo tempo: gordura visceral, inflamação, sono e ronco, nutrientes, intestino.

O que esperar

  • Energia, foco e libido nas primeiras semanas; composição corporal com treino de força ao longo dos meses.
  • Exames a cada 6 meses, incluindo hemograma e PSA.
  • PSA alterado ou histórico prostático: tratamento só após liberação do urologista.
Reposição não é anabolizanteDose fisiológica, indicação clínica registrada e acompanhamento. A Resolução CFM 2.333/2023 proíbe hormônios androgênicos para fins estéticos ou de desempenho — o tratamento aqui é de saúde.
Dr. Pablo Melo

03 · Reposição hormonal feminina

O climatério começa até dez anos antes da menopausa. E é tratável.

A mulher não entra na menopausa no dia em que a menstruação para. Anos antes — muitas vezes a partir dos 35 — vêm insônia nova, irritabilidade, ansiedade, memória falhando, libido sumindo, TPM mais forte, semanas boas e semanas péssimas. O exame pode vir "normal" porque os hormônios oscilam; o que produz sintoma nessa fase é a variabilidade do estradiol, não só o nível baixo. Depois, na menopausa instalada, entram calorão, secura vaginal, infecção urinária de repetição, dor articular, perda de colágeno e de osso, gordura migrando para a barriga, colesterol subindo.

A reposição do Dr. Pablo trabalha com hormônios bioidênticos em proporção feminina: o estradiol é o centro (sono, humor, memória, libido, pele, osso, circulação); a testosterona é o complemento (foco, disposição, dor de cabeça, massa muscular); a progesterona micronizada protege o endométrio e ajuda no sono; a gestrinona entra quando o SHBG está alto ou há endometriose, mioma ou lipedema. Tudo o que puder vai dentro do implante, para não depender de adesão. Via oral não entra: passa pelo fígado, sobe SHBG e a proteína que prende a tireoide e aumenta o risco de trombose.

Como funciona

  • Diagnóstico clínico: "você se sente bem todos os dias, ou tem semanas piores?" vale mais que um FSH isolado.
  • Exames completos, densitometria e imagem antes do implante.
  • Primeiro implante conservador, ajustado nos seguintes pelo que o corpo mostrou.
  • Estriol local quando há infecção urinária de repetição ou secura vaginal.

O que esperar

  • Calorão e sono nas primeiras semanas; humor, memória e libido em seguida.
  • FSH caindo nos exames de controle — a prova objetiva de que o corpo reconheceu a reposição.
  • Antidepressivos e remédios para dormir são reduzidos pelo psiquiatra, nunca por conta própria.
Câncer de mama e tromboseO medo vem do WHI (2002), que usou estrogênio equino oral + progestina sintética em mulheres fora da janela. Estrogênio isolado reduziu o risco; progesterona micronizada tem perfil de mama mais seguro que progestinas; a via transdérmica não aumentou trombose em meta-análise. Em 2025 a FDA iniciou a retirada da tarja preta. As contraindicações clássicas seguem valendo, e cada caso é discutido com os seus números.
Dr. Pablo Melo

04 · Emagrecimento otimizado

Emagrecer não é perder peso. É perder gordura mantendo músculo.

Hoje é fácil perder peso: as canetas (tirzepatida, semaglutida) fazem isso. O difícil é emagrecer bem — sobretudo depois dos 35–40 anos, no climatério, na menopausa e na andropausa. Caneta sozinha, em quem está sem reserva hormonal, derrete músculo junto com a gordura: aparecem flacidez, queda de cabelo, desânimo e piora do lipedema. É por isso que, no Instituto Melo, o medicamento nunca é o protagonista; ele é uma ferramenta dentro de um protocolo.

O protocolo parte de três pilares. Insulina: é impossível emagrecer de verdade com insulina alta — resistência insulínica se trata pela base — nutrientes, magnésio, alimentação anti-inflamatória (a "dieta 33 — a alimentação anti-inflamatória desenvolvida pela mãe do Dr. Pablo, nutricionista") — antes de qualquer remédio. Hormônio: o estradiol regula o metabolismo basal e o centro cerebral que controla apetite e queima de gordura — estradiol baixo gera compulsão por doce e barriga; no homem, a testosterona baixa sobe a insulina e a gordura visceral. Nutrientes: o obeso tem desnutrição metabólica; sem repor vitaminas, minerais e ferro, o remédio para de funcionar e a dose só sobe.

Como funciona

  • Exames metabólicos, hormonais, tireoide (com leptina — TSH alto no obeso costuma ser leptina, não hipotireoidismo) e nutrientes.
  • Soroterapia inicial para desinflamar e regular apetite; correção de magnésio, ferro e vitaminas.
  • Hormônio no lugar (implante), e só então medicação — se, quando e na forma que o caso pedir. Nunca como protagonista.
  • Musculação como treino principal; cardio com moderação.

O que esperar

  • Perda de gordura com preservação de massa magra na bioimpedância.
  • Cintura voltando na mulher quando o estradiol é reposto de verdade.
  • Melhora de colesterol, glicemia e pressão — e, com o seu médico, redução de remédios.
Dr. Pablo Melo

05 · Soroterapia nutricional

O hormônio é o comando. O receptor precisa de nutriente para obedecer.

Vitaminas, minerais e antioxidantes aplicados direto na veia, na dose que o seu corpo precisa — sem a perda de absorção do intestino. A soroterapia não é "energia na hora": é a base que faz o resto do tratamento funcionar. O receptor hormonal precisa de micronutrientes dentro da célula para responder; corpo inflamado tem receptor ruim, exige mais hormônio e dá mais efeito colateral. Por isso, no Instituto Melo, implante e soro andam juntos: os dois colaterais que aparecem quando o paciente pula o soro são retenção na mulher e queda de cabelo.

O que importa não é o nome do soro, é o que vai dentro. A base costuma ter pool de minerais, complexo B, trimetiladores e ácido alfa-lipoico (o número um na resistência insulínica); magnésio entra sempre; ferro endovenoso quando a ferritina está abaixo de 90 (a ferritina é quase a chave do cabelo); curcumina e anti-inflamatórios na endometriose; coenzima Q10 e NADH quando a queixa é energia. Multivitamínico em comprimido não substitui: o corpo não absorve tudo junto.

Como funciona

  • Exames: ferro e ferritina com saturação de transferrina, B12 com homocisteína, vitamina D com PTH, magnésio pela clínica (cãibra, tontura ao levantar).
  • Frequência e composição definidas na consulta e ajustadas pela resposta.
  • Quem não pode vir com frequência recebe bolo intramuscular de vitaminas e minerais.

O que esperar

  • Cãibra sumindo é o primeiro marcador; só se avança de fase quando ela desaparece por completo.
  • Remédios que "pararam de funcionar" voltam a responder na mesma dose.
  • Cabelo e energia melhoram conforme o estoque se refaz — ferritina alvo acima de 90–100.
Dr. Pablo Melo

06 · Sarcopenia

Perder músculo não é "coisa da idade". É a doença que antecede a queda.

Sarcopenia é a perda progressiva de massa e força muscular. Ela reduz a capacidade de tarefas simples — levantar da cadeira, subir escada, carregar compras —, aumenta o risco de queda e fratura e piora o metabolismo, porque o músculo é o maior consumidor de glicose do corpo. Ela acelera na menopausa e na andropausa, após cirurgia bariátrica e no uso de canetas para emagrecer sem suporte hormonal.

A ciência é clara em um ponto: hormônio isolado rende pouco; hormônio somado a treino de força é onde o efeito aparece. Mas a ordem importa. Uma pessoa exausta não treina. Primeiro se recupera a energia (mitocôndria: NADH, coenzima Q10), corrige-se a base (ferro, magnésio, proteína, vitamina D com PTH), coloca-se o hormônio no lugar — estradiol e testosterona são os protetores de osso e músculo — e então se cobra a musculação. Em mulheres bem fora da janela terapêutica, o Dr. Pablo pode usar ciclos curtos de nandrolona ou oxandrolona em implante para massa magra e osteopenia.

Como funciona

  • Bioimpedância e densitometria na avaliação inicial; força de preensão e testes funcionais.
  • Implante hormonal individualizado + soroterapia + orientação de proteína e treino de força.
  • Acompanhamento por bioimpedância e densitometria ao longo dos meses.

O que esperar

  • Energia e disposição para treinar nas primeiras semanas.
  • Ganho de massa magra e força ao longo de meses, com treino.
  • Na experiência clínica, osteopenia regredindo em 1–2 anos de tratamento contínuo.
NotaO uso de testosterona para sarcopenia e o de nandrolona/oxandrolona em implante são fora de bula; a indicação é clínica, documentada e acompanhada.
Dr. Pablo Melo

07 · Protocolo pós-bariátrica

A cirurgia é o começo. O que segura o resultado vem depois.

A bariátrica derrete peso — e derrete junto músculo, colágeno, cabelo e reservas de nutrientes. Sem hormônio e sem reposição nutricional, a paciente "se desmancha": rosto e corpo caem, o cabelo vai embora, vem depressão e, anos depois, o peso volta ou aparece a sarcopenia. O protocolo pós-bariátrica existe para transformar a perda de peso em emagrecimento de verdade.

Ele combina reposição hormonal bioidêntica (o hormônio é o que segura a massa magra e o colágeno), soroterapia (o intestino operado absorve mal: ferro, B12, vitamina D, magnésio e zinco caem), e reeducação metabólica, com treino de força e alimentação anti-inflamatória. Se houver lipedema associado, ele é tratado no mesmo protocolo.

Como funciona

  • Painel completo de nutrientes e hormônios; bioimpedância e densitometria.
  • Ferro endovenoso e vitaminas por via injetável — a via oral rende pouco no intestino operado.
  • Implante hormonal em dose ajustada; NADH para energia e cognição.

O que esperar

  • Energia e cabelo respondendo conforme os estoques se refazem.
  • Preservação de massa magra na bioimpedância.
  • Manutenção do resultado da cirurgia a longo prazo.
Dr. Pablo Melo

08 · Lipedema

Não é celulite, não é falta de dieta. É uma doença inflamatória e vascular.

O lipedema acomete milhares de mulheres: gordura desproporcional em pernas, quadris e braços, dor ao toque, hematomas fáceis, sensação de peso — e uma gordura que não responde a dieta nem a exercício. Ele piora nas mudanças hormonais (puberdade, gestação, climatério), com anticoncepcional e com emagrecimento rápido sem suporte hormonal, que perde músculo e acentua a desproporção.

Na leitura do Dr. Pablo, lipedema e celulite são expressões de inflamação e má circulação, e o tratamento é de dentro para fora. O centro do protocolo é a gestrinona em implante: além de bloquear o estímulo hormonal na gordura inflamada, ela tem ação anti-inflamatória própria (inibe NF-κB e TNF-α) e baixa o SHBG — na experiência dele, nada chega perto do resultado dela em celulite e lipedema, mesmo em dose baixa. Em volta: estradiol em proporção (para não masculinizar nem perder cintura), desinflamação por soro, alimentação anti-inflamatória e intestino. Como complementos: aplicações locais lipolíticas e o Velaryan, laser de fotobiomodulação com registro na Anvisa que desinflama e estimula o metabolismo da gordura doente. Quem faz o trabalho é o hormônio e a desinflamação; o laser e as aplicações potencializam.

Como funciona

  • Diagnóstico clínico e exames (inflamação, SHBG, hormônios, ferritina).
  • Se houver obesidade, emagrecimento e desinflamação primeiro: gestrinona em paciente inflamada não funciona bem.
  • Implante com gestrinona + proporção hormonal; soroterapia; dieta anti-inflamatória; aplicações locais quando indicadas.

O que esperar

  • Redução de dor, peso nas pernas e celulite em cerca de 2 meses.
  • Mudança de contorno ao longo dos ciclos de implante.
  • Cabelo protegido com ferritina e nutrientes em dia — o metabolismo acelerado consome estoques.
NotaGestrinona em implante é uso fora de bula. Não é contraceptivo (é "difícil engravidar", não impossível): teste de gravidez antes e método contraceptivo durante. Dose e proporção com estradiol são individuais — gestrinona "sobrando" contra pouco estradiol é erro que o Dr. Pablo ensina a evitar.
Dr. Pablo Melo

09 · Implante de NADH

Energia celular em liberação contínua.

O NADH é uma molécula que já existe em todas as células — a coenzima central da mitocôndria, onde a energia é produzida. Ela cai com a idade, a inflamação, a obesidade e o estresse; a queda aparece como cansaço, névoa mental, sono ruim, dificuldade de emagrecer e de responder aos hormônios. Por via oral praticamente não é absorvido; no soro é eliminado em poucas horas. Em implante, é liberado aos poucos por semanas — a única forma que, na prática do Dr. Pablo, entrega resultado consistente.

Ele entra em quase todos os protocolos, em quantidade definida caso a caso, porque melhora o receptor hormonal, desinflama e faz o implante hormonal render mais. Em doses maiores é usado para emagrecimento, cognição e depressão: há casos de pacientes descrentes de hormônio que recuperaram cognição e perderam barriga só com NADH antes de qualquer reposição. A dose certa é o que separa quem diz que "funciona" de quem diz que "não funciona" — excesso tira o sono.

Como funciona

  • Pellets bioabsorvíveis sob a pele, sozinhos ou junto com os hormônios.
  • Em pacientes sensíveis, o NADH pode ser colocado um mês depois dos hormônios.
  • Renovação conforme a resposta.

O que esperar

  • No início, mais desinflamação que "energia": o efeito cresce ao longo das semanas.
  • Cognição, foco e sono melhorando; cabelo e emagrecimento destravando.
  • Sem contraindicações relatadas — a atenção é à dose.
Dr. Pablo Melo

10 · Harmonização corporal

Estética que conversa com a saúde — não o contrário.

Bioestimulador, preenchimento de glúteo, protocolo de celulite ou de flacidez em quem está sem reserva hormonal não dá resultado: o colágeno não é produzido, o músculo não responde, o dinheiro vai embora. O estradiol é o hormônio que mais produz colágeno — mais do que o GH — e a testosterona é o que sustenta o músculo. Por isso, no Instituto Melo, a harmonização corporal começa pela base hormonal e metabólica; o procedimento estético entra depois, como acabamento.

A abordagem é a mesma do resto da clínica: desinflamar, nutrir e repor. A gestrinona em implante é o que mais muda celulite e contorno em mulheres; a proporção estradiol/testosterona devolve a cintura (só androgênico deixa a mulher "quadrada"); a soroterapia e a ferritina protegem cabelo e pele quando o metabolismo acelera; peptídeos tópicos como o GHK-Cu entram para pele e cabelo. Sobre a cabeça: o Dr. Pablo não coloca implante com finalidade estética — sempre existe um diagnóstico de saúde por trás (menopausa, lipedema, deficiência hormonal), e é ele que é tratado.

Como funciona

  • Avaliação hormonal e metabólica antes de qualquer estética corporal.
  • Base: implante em proporção + soroterapia + alimentação anti-inflamatória + treino de força.
  • Depois: bioestimuladores, aplicações locais, protocolo capilar (laser, fatores de crescimento) com a equipe.

O que esperar

  • Celulite e contorno mudando em cerca de 2 meses com gestrinona.
  • Pele mais espessa e cabelo crescendo com estradiol e nutrientes em dia.
  • Procedimentos estéticos rendendo mais e durando mais.
Dr. Pablo Melo

11 · Endometriose, adenomiose e mioma

Doenças inflamatórias do útero. Trata-se a doença, não o sintoma.

Endometriose, adenomiose e mioma têm o mesmo percurso: inflamação crônica, estímulo hormonal desregulado e um terreno (intestino, alimentação, nutrientes) que alimenta o processo. O caminho tradicional — anticoncepcional para "controlar", depois cirurgia, depois histerectomia — maquia o quadro e não trata a causa. DIU hormonal não melhora endometriose; na experiência do Dr. Pablo, piora.

O tratamento tem duas partes que não se separam. A primeira é a gestrinona em implante, em dose de bloqueio: ela reduz a produção de estrogênio pelo eixo, bloqueia os receptores de estradiol no tecido doente, baixa o SHBG e tem ação anti-inflamatória própria (inibe NF-κB e TNF-α). Via oral não é usada — sobrecarrega o fígado; a vaginal é fraca. A segunda parte é a integrativa: fechar o cerco do intestino, tratar a inflamação com ácido alfa-lipoico e soroterapia, mudar a alimentação (dieta 33), repor vitaminas e minerais. O erro clássico é colocar a gestrinona e esquecer o resto — é por isso que muitas pacientes nunca conseguem parar de usá-la.

Como funciona

  • Diagnóstico clínico + imagem (ultrassom/ressonância) + exames de inflamação, SHBG, ferritina e hormônios.
  • Implante de gestrinona com dose individual — por peso, idade e fase da vida —, com estradiol em proporção quando indicado.
  • Protocolo anti-inflamatório completo desde o primeiro dia; magnésio em dose alta no sangramento refratário.
  • Teste de gravidez antes e contracepção durante: gestrinona não é contraceptivo.

O que esperar

  • Inflamação respondendo em 1–2 meses; dor e sangramento reduzindo.
  • Endometriose respondendo em cerca de 6 meses de implante; com o tempo, a dose necessária diminui.
  • Celulite e lipedema melhorando como "bônus" da desinflamação.
NotaGestrinona em implante é uso fora de bula, com respaldo em diretriz europeia (2022) que a cita como muito efetiva na endometriose. Dose quebrada em vários pellets pequenos e gestrinona "sobrando" contra pouco estradiol são erros de conduta que o Dr. Pablo ensina a evitar.
Dr. Pablo Melo

12 · Protocolo de desinflamação

Antes de repor, preparar o terreno.

Corpo inflamado tem receptor hormonal ruim: precisa de mais hormônio, responde menos e dá mais efeito colateral. Inflamação sequestra ferro (cabelo cai), sobe o SHBG (prende os hormônios), desregula a tireoide, mantém a insulina alta e faz a mulher sangrar. Por isso, no Instituto Melo, desinflamar não é um extra — é a primeira fase de qualquer tratamento, e a única fase para quem está fora da janela hormonal ou ainda não pode receber implante.

O protocolo ataca a inflamação por várias vias ao mesmo tempo: intestino (ferritina baixa e qualquer anticorpo autoimune positivo denunciam intestino ruim; conserta-se digestão e alimentação, não só probiótico), alimentação anti-inflamatória (a dieta 33: retirar o que inflama — leite e derivados no Hashimoto, whey em quem tem acne ou endometriose), soroterapia com ácido alfa-lipoico, minerais, complexo B e antioxidantes, magnésio em dose eficaz (a cãibra é o marcador clínico), NADH em implante para o receptor e a mitocôndria, e sono — quem ronca dorme e inflama.

Como funciona

  • Marcadores de inflamação, ferritina com saturação de transferrina, homocisteína, anticorpos de tireoide, leptina, SHBG.
  • Soroterapia em ciclos definidos caso a caso; reposição de ferro, vitaminas e minerais por via injetável.
  • Orientação alimentar padronizada (dieta 33) e correção do intestino.
  • Reavaliação em 1–2 meses; hormônio entra quando o terreno responde.

O que esperar

  • Cãibra sumindo, energia voltando e sono melhorando nas primeiras semanas.
  • Anti-TPO e marcadores inflamatórios caindo em autoimunes; ferritina subindo e se mantendo.
  • Hormônios, remédios e cabelo respondendo melhor a partir daí.

Antes da consulta, leia

Guia do paciente

Testosterona no homem

Sinais, exames, proporções hormonais, próstata, coração e as diferenças entre gel, injetável e implante.

Guia do paciente

Menopausa em perguntas

Câncer de mama, trombose, janela terapêutica, vias e o que muda com estradiol, progesterona e testosterona.

Guia do paciente

Climatério em perguntas

Por que o exame engana, humor, sono, SHBG, pílula e como é o tratamento na fase mais mal diagnosticada.

Guia do paciente

Lipedema em perguntas

O que é, por que piora com hormônio, o que não funciona, gestrinona, Velaryan e o protocolo de dentro para fora.

Guia do paciente

Endometriose em perguntas

Endometriose, adenomiose e mioma: por que pílula, DIU e cirurgia só maquiam, e como a gestrinona e a desinflamação tratam a causa.

Guia do paciente

Emagrecimento em perguntas

Perder peso × emagrecer, insulina, canetas sem hormônio, nutrientes, tireoide e leptina — o protocolo na ordem certa.

Guia do paciente

Implantes hormonais em perguntas

O que é o pellet, por que a via muda o resultado, o que vai dentro, procedimento, segurança e mitos.

Guia do paciente

Desinflamação em perguntas

Inflamação crônica, receptor, intestino, dieta 33, soroterapia e os nutrientes que decidem o jogo — a fase que vem antes.

Guia do paciente

Sarcopenia em perguntas

Perda de músculo e força: causas, diagnóstico, hormônio e treino (com o contraditório) e o protocolo energia → base → hormônio → músculo.

Um convite

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