Instituto Melo · Tratamentos
Reposição e modulação hormonal bioidêntica, emagrecimento otimizado, soroterapia e protocolos para condições que costumam ficar sem diagnóstico. Escolha o tratamento para entender como funciona, para quem é indicado e como é a avaliação.
Tratamentos na clínica

Tratamento
Liberação contínua de hormônios ao longo do tempo, com um único procedimento.

Tratamento
O homem também passa por um declínio hormonal — e isso tem nome: andropausa.

Tratamento
O climatério começa até dez anos antes da menopausa. A queda do estrogênio afeta muito mais do que os ciclos.

Tratamento
É impossível emagrecer de verdade com a insulina alta. Emagrecer não é o mesmo que perder peso.

Tratamento
Vitaminas, minerais e antioxidantes direto na corrente sanguínea, no que o seu corpo precisa.

Tratamento
A perda de massa e força muscular reduz a capacidade de tarefas simples — e o diagnóstico precoce é decisivo.

Tratamento
A cirurgia bariátrica é apenas o começo de uma jornada complexa de emagrecimento.

Tratamento
Uma doença inflamatória e vascular que acomete milhares de mulheres — não é só celulite.

Tratamento
Uma molécula que já existe no corpo, em liberação contínua, para energia celular.

Tratamento
Estética que conversa com a saúde — não o contrário.

Tratamento
Doenças inflamatórias do útero tratadas pela causa — sem anticoncepcional, sem cirurgia como primeira opção.

Tratamento
Intestino, alimentação, nutrientes e soroterapia: a base que faz hormônio, emagrecimento e cabelo responderem.
Cada tratamento, explicado
O que é, como funciona e o que esperar — na linguagem do consultório, com o que é evidência e o que é experiência clínica do Dr. Pablo. Nada aqui é receita de bolo: indicação, composição, dose e sequência são definidas na consulta, para cada pessoa.

01 · Implantes hormonais
O implante hormonal (tecnicamente, pellet) é um pequeno cilindro bioabsorvível, do tamanho de um grão de arroz, colocado sob a pele com anestesia local. Ele libera o hormônio de forma contínua por meses e se dissolve sozinho — não precisa ser retirado. É a base de quase todos os tratamentos hormonais do Instituto Melo, no homem e na mulher.
A diferença para as outras vias está na estabilidade. Comprimido passa pelo fígado, altera proteínas transportadoras e fatores de coagulação. Gel depende de ser passado todos os dias e raramente sustenta um nível que resolva os sintomas. Injetável sobe a um pico logo após a aplicação e despenca antes da próxima. O implante mantém o nível dentro de uma faixa estreita — o que, na experiência do Dr. Pablo, é o que permite manter estradiol e DHT proporcionais sem precisar de bloqueadores e com muito menos efeito colateral.

02 · Reposição hormonal masculina
O homem também passa por declínio hormonal. Ele chega ao consultório por volta dos 40–50 anos com cansaço no fim da tarde, libido caindo, memória e foco piores, humor para baixo, barriga que não sai mesmo treinando — e, muitas vezes, medo de decidir: o empresário que sempre arriscou passa a engavetar projetos. Testosterona baixa não é só desempenho: ela se associa a diabetes tipo 2, síndrome metabólica, inflamação e maior tendência à coagulação.
A avaliação vai muito além da testosterona total. O que define como o homem se sente é a proporção entre testosterona, estradiol e DHT. Estradiol baixo demais dá impotência, zumbido e perda óssea; alto demais, ginecomastia e perda de massa óssea. DHT acima da testosterona derruba cabelo e estimula a próstata. Por isso, o Dr. Pablo não usa gel em homem e prefere o implante ao injetável: no implante, na prática dele, os derivados ficam proporcionais sem bloqueadores, o hematócrito sobe pouco e o PSA tende a cair aos poucos.

03 · Reposição hormonal feminina
A mulher não entra na menopausa no dia em que a menstruação para. Anos antes — muitas vezes a partir dos 35 — vêm insônia nova, irritabilidade, ansiedade, memória falhando, libido sumindo, TPM mais forte, semanas boas e semanas péssimas. O exame pode vir "normal" porque os hormônios oscilam; o que produz sintoma nessa fase é a variabilidade do estradiol, não só o nível baixo. Depois, na menopausa instalada, entram calorão, secura vaginal, infecção urinária de repetição, dor articular, perda de colágeno e de osso, gordura migrando para a barriga, colesterol subindo.
A reposição do Dr. Pablo trabalha com hormônios bioidênticos em proporção feminina: o estradiol é o centro (sono, humor, memória, libido, pele, osso, circulação); a testosterona é o complemento (foco, disposição, dor de cabeça, massa muscular); a progesterona micronizada protege o endométrio e ajuda no sono; a gestrinona entra quando o SHBG está alto ou há endometriose, mioma ou lipedema. Tudo o que puder vai dentro do implante, para não depender de adesão. Via oral não entra: passa pelo fígado, sobe SHBG e a proteína que prende a tireoide e aumenta o risco de trombose.

04 · Emagrecimento otimizado
Hoje é fácil perder peso: as canetas (tirzepatida, semaglutida) fazem isso. O difícil é emagrecer bem — sobretudo depois dos 35–40 anos, no climatério, na menopausa e na andropausa. Caneta sozinha, em quem está sem reserva hormonal, derrete músculo junto com a gordura: aparecem flacidez, queda de cabelo, desânimo e piora do lipedema. É por isso que, no Instituto Melo, o medicamento nunca é o protagonista; ele é uma ferramenta dentro de um protocolo.
O protocolo parte de três pilares. Insulina: é impossível emagrecer de verdade com insulina alta — resistência insulínica se trata pela base — nutrientes, magnésio, alimentação anti-inflamatória (a "dieta 33 — a alimentação anti-inflamatória desenvolvida pela mãe do Dr. Pablo, nutricionista") — antes de qualquer remédio. Hormônio: o estradiol regula o metabolismo basal e o centro cerebral que controla apetite e queima de gordura — estradiol baixo gera compulsão por doce e barriga; no homem, a testosterona baixa sobe a insulina e a gordura visceral. Nutrientes: o obeso tem desnutrição metabólica; sem repor vitaminas, minerais e ferro, o remédio para de funcionar e a dose só sobe.

05 · Soroterapia nutricional
Vitaminas, minerais e antioxidantes aplicados direto na veia, na dose que o seu corpo precisa — sem a perda de absorção do intestino. A soroterapia não é "energia na hora": é a base que faz o resto do tratamento funcionar. O receptor hormonal precisa de micronutrientes dentro da célula para responder; corpo inflamado tem receptor ruim, exige mais hormônio e dá mais efeito colateral. Por isso, no Instituto Melo, implante e soro andam juntos: os dois colaterais que aparecem quando o paciente pula o soro são retenção na mulher e queda de cabelo.
O que importa não é o nome do soro, é o que vai dentro. A base costuma ter pool de minerais, complexo B, trimetiladores e ácido alfa-lipoico (o número um na resistência insulínica); magnésio entra sempre; ferro endovenoso quando a ferritina está abaixo de 90 (a ferritina é quase a chave do cabelo); curcumina e anti-inflamatórios na endometriose; coenzima Q10 e NADH quando a queixa é energia. Multivitamínico em comprimido não substitui: o corpo não absorve tudo junto.

06 · Sarcopenia
Sarcopenia é a perda progressiva de massa e força muscular. Ela reduz a capacidade de tarefas simples — levantar da cadeira, subir escada, carregar compras —, aumenta o risco de queda e fratura e piora o metabolismo, porque o músculo é o maior consumidor de glicose do corpo. Ela acelera na menopausa e na andropausa, após cirurgia bariátrica e no uso de canetas para emagrecer sem suporte hormonal.
A ciência é clara em um ponto: hormônio isolado rende pouco; hormônio somado a treino de força é onde o efeito aparece. Mas a ordem importa. Uma pessoa exausta não treina. Primeiro se recupera a energia (mitocôndria: NADH, coenzima Q10), corrige-se a base (ferro, magnésio, proteína, vitamina D com PTH), coloca-se o hormônio no lugar — estradiol e testosterona são os protetores de osso e músculo — e então se cobra a musculação. Em mulheres bem fora da janela terapêutica, o Dr. Pablo pode usar ciclos curtos de nandrolona ou oxandrolona em implante para massa magra e osteopenia.

07 · Protocolo pós-bariátrica
A bariátrica derrete peso — e derrete junto músculo, colágeno, cabelo e reservas de nutrientes. Sem hormônio e sem reposição nutricional, a paciente "se desmancha": rosto e corpo caem, o cabelo vai embora, vem depressão e, anos depois, o peso volta ou aparece a sarcopenia. O protocolo pós-bariátrica existe para transformar a perda de peso em emagrecimento de verdade.
Ele combina reposição hormonal bioidêntica (o hormônio é o que segura a massa magra e o colágeno), soroterapia (o intestino operado absorve mal: ferro, B12, vitamina D, magnésio e zinco caem), e reeducação metabólica, com treino de força e alimentação anti-inflamatória. Se houver lipedema associado, ele é tratado no mesmo protocolo.

08 · Lipedema
O lipedema acomete milhares de mulheres: gordura desproporcional em pernas, quadris e braços, dor ao toque, hematomas fáceis, sensação de peso — e uma gordura que não responde a dieta nem a exercício. Ele piora nas mudanças hormonais (puberdade, gestação, climatério), com anticoncepcional e com emagrecimento rápido sem suporte hormonal, que perde músculo e acentua a desproporção.
Na leitura do Dr. Pablo, lipedema e celulite são expressões de inflamação e má circulação, e o tratamento é de dentro para fora. O centro do protocolo é a gestrinona em implante: além de bloquear o estímulo hormonal na gordura inflamada, ela tem ação anti-inflamatória própria (inibe NF-κB e TNF-α) e baixa o SHBG — na experiência dele, nada chega perto do resultado dela em celulite e lipedema, mesmo em dose baixa. Em volta: estradiol em proporção (para não masculinizar nem perder cintura), desinflamação por soro, alimentação anti-inflamatória e intestino. Como complementos: aplicações locais lipolíticas e o Velaryan, laser de fotobiomodulação com registro na Anvisa que desinflama e estimula o metabolismo da gordura doente. Quem faz o trabalho é o hormônio e a desinflamação; o laser e as aplicações potencializam.

09 · Implante de NADH
O NADH é uma molécula que já existe em todas as células — a coenzima central da mitocôndria, onde a energia é produzida. Ela cai com a idade, a inflamação, a obesidade e o estresse; a queda aparece como cansaço, névoa mental, sono ruim, dificuldade de emagrecer e de responder aos hormônios. Por via oral praticamente não é absorvido; no soro é eliminado em poucas horas. Em implante, é liberado aos poucos por semanas — a única forma que, na prática do Dr. Pablo, entrega resultado consistente.
Ele entra em quase todos os protocolos, em quantidade definida caso a caso, porque melhora o receptor hormonal, desinflama e faz o implante hormonal render mais. Em doses maiores é usado para emagrecimento, cognição e depressão: há casos de pacientes descrentes de hormônio que recuperaram cognição e perderam barriga só com NADH antes de qualquer reposição. A dose certa é o que separa quem diz que "funciona" de quem diz que "não funciona" — excesso tira o sono.

10 · Harmonização corporal
Bioestimulador, preenchimento de glúteo, protocolo de celulite ou de flacidez em quem está sem reserva hormonal não dá resultado: o colágeno não é produzido, o músculo não responde, o dinheiro vai embora. O estradiol é o hormônio que mais produz colágeno — mais do que o GH — e a testosterona é o que sustenta o músculo. Por isso, no Instituto Melo, a harmonização corporal começa pela base hormonal e metabólica; o procedimento estético entra depois, como acabamento.
A abordagem é a mesma do resto da clínica: desinflamar, nutrir e repor. A gestrinona em implante é o que mais muda celulite e contorno em mulheres; a proporção estradiol/testosterona devolve a cintura (só androgênico deixa a mulher "quadrada"); a soroterapia e a ferritina protegem cabelo e pele quando o metabolismo acelera; peptídeos tópicos como o GHK-Cu entram para pele e cabelo. Sobre a cabeça: o Dr. Pablo não coloca implante com finalidade estética — sempre existe um diagnóstico de saúde por trás (menopausa, lipedema, deficiência hormonal), e é ele que é tratado.

11 · Endometriose, adenomiose e mioma
Endometriose, adenomiose e mioma têm o mesmo percurso: inflamação crônica, estímulo hormonal desregulado e um terreno (intestino, alimentação, nutrientes) que alimenta o processo. O caminho tradicional — anticoncepcional para "controlar", depois cirurgia, depois histerectomia — maquia o quadro e não trata a causa. DIU hormonal não melhora endometriose; na experiência do Dr. Pablo, piora.
O tratamento tem duas partes que não se separam. A primeira é a gestrinona em implante, em dose de bloqueio: ela reduz a produção de estrogênio pelo eixo, bloqueia os receptores de estradiol no tecido doente, baixa o SHBG e tem ação anti-inflamatória própria (inibe NF-κB e TNF-α). Via oral não é usada — sobrecarrega o fígado; a vaginal é fraca. A segunda parte é a integrativa: fechar o cerco do intestino, tratar a inflamação com ácido alfa-lipoico e soroterapia, mudar a alimentação (dieta 33), repor vitaminas e minerais. O erro clássico é colocar a gestrinona e esquecer o resto — é por isso que muitas pacientes nunca conseguem parar de usá-la.

12 · Protocolo de desinflamação
Corpo inflamado tem receptor hormonal ruim: precisa de mais hormônio, responde menos e dá mais efeito colateral. Inflamação sequestra ferro (cabelo cai), sobe o SHBG (prende os hormônios), desregula a tireoide, mantém a insulina alta e faz a mulher sangrar. Por isso, no Instituto Melo, desinflamar não é um extra — é a primeira fase de qualquer tratamento, e a única fase para quem está fora da janela hormonal ou ainda não pode receber implante.
O protocolo ataca a inflamação por várias vias ao mesmo tempo: intestino (ferritina baixa e qualquer anticorpo autoimune positivo denunciam intestino ruim; conserta-se digestão e alimentação, não só probiótico), alimentação anti-inflamatória (a dieta 33: retirar o que inflama — leite e derivados no Hashimoto, whey em quem tem acne ou endometriose), soroterapia com ácido alfa-lipoico, minerais, complexo B e antioxidantes, magnésio em dose eficaz (a cãibra é o marcador clínico), NADH em implante para o receptor e a mitocôndria, e sono — quem ronca dorme e inflama.
Antes da consulta, leia

Guia do paciente
Sinais, exames, proporções hormonais, próstata, coração e as diferenças entre gel, injetável e implante.

Guia do paciente
Câncer de mama, trombose, janela terapêutica, vias e o que muda com estradiol, progesterona e testosterona.

Guia do paciente
Por que o exame engana, humor, sono, SHBG, pílula e como é o tratamento na fase mais mal diagnosticada.

Guia do paciente
O que é, por que piora com hormônio, o que não funciona, gestrinona, Velaryan e o protocolo de dentro para fora.

Guia do paciente
Endometriose, adenomiose e mioma: por que pílula, DIU e cirurgia só maquiam, e como a gestrinona e a desinflamação tratam a causa.

Guia do paciente
Perder peso × emagrecer, insulina, canetas sem hormônio, nutrientes, tireoide e leptina — o protocolo na ordem certa.

Guia do paciente
O que é o pellet, por que a via muda o resultado, o que vai dentro, procedimento, segurança e mitos.

Guia do paciente
Inflamação crônica, receptor, intestino, dieta 33, soroterapia e os nutrientes que decidem o jogo — a fase que vem antes.

Guia do paciente
Perda de músculo e força: causas, diagnóstico, hormônio e treino (com o contraditório) e o protocolo energia → base → hormônio → músculo.
Um convite
A equipe do Dr. Pablo faz a pré-avaliação pelo WhatsApp, envia a lista de exames e agenda sua consulta — presencial em uma das unidades ou por telemedicina.
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